quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Futuro - o próximo presente

Hoje me bateu uma vontade totalmente nova: a de ir a um... como é mesmo o nome? aquelas pessoas que adivinham o futuro... ah, sim, chama-se vidente! Me deu vontade de ir a um vidente, mas um bom, um que tenha referências. Porque preciso de respostas. Dependendo do futuro, vou decidir como será, onde vou morar, com quem quero estar, a quantas vou levar minha alimentação e meu cotidiano. E, quem sabe, eu brigue com o futuro, brigue com o vidente, brigue com a visão, reclame da previsão e me vá!? Posso, como Macabéa, sair serelepe e ser atropelada ali mesmo ou posso ser a rica que encontraria um estrangeiro, como previu meu horóscopo. Mas era o horóscopo do mês passado. Será que as previsões tem prazo de validade? A verdade é que estou sozinha, e quando vem o vazio do presente - sim, o presente pode ser uma caixa vazia, o que é muito frustrante -, vem também a expectativa do próximo presente, que pode ser pesado, pode quebrar, mas pode ser doce, chocolate. Ora, o que há de ser do futuro? Melhor, o que há de ser do presente?